Windows 8 facilita a reinstalação do SO.
No Windows 8, o problema com reinstalação deve acabar. O sistema possuirá o recurso Refresh your PC, que restaura as configurações do sistema para os valores originais, semelhante ao que ocorre nos celulares.
Com esse comando, os aplicativos instalados pela Windows Store são mantidos e os seus arquivos pessoais, como músicas, fotos ou vídeos, são preservados.
Uma lista dos aplicativos removidos será armazenada na área de trabalho.

Para quem precisar de uma reparação mais profunda, a Microsoft inseriu o comando Reset your PC, que funciona quase como uma reinstalação completa do Windows — todos os arquivos pessoais e aplicativos são removidos e as configurações voltam ao estado original. Ao optar por essa opção, o usuário pode escolher entre deletar todos os arquivos de maneira segura ou de maneira rápida
A exclusão de arquivos de forma segura pode demorar horas, já que todos os arquivos do disco serão sobrescritos, o que é muito útil na hora de vender ou doar um computador a uma pessoa desconhecida. A exclusão rápida apenas deleta os arquivos de maneira simples, como o que acontece quando você pressiona a combinação Shift+Del.
Apesar de os arquivos aparentemente sumirem do disco, é possível recuperá-los com softwares especializados.
As primeiras informações sobre o Windows 8 Beta devem aparecer durante a CES 2012, que começa no próximo dia 10, na cidade de Las Vegas, Estados Unidos. O sistema operacional com nova interface, que rodará em processadores ARM, deve ser lançado oficialmente até o fim do ano.
Grande Abraço!
Os números de 2011
Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.
Aqui está um resumo:
Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 6.600 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 6 viagens para que toda gente o visitasse.
Palestras no TechEd Brasil 2011
Olá Pessoal,
Pelo 2º Ano consecutivo sou convidado a palestrar no maior evento de Tecnologia Microsoft do Brasil, o TechED Brasil (#techedbr). E este ano por enquanto:
Sessão: SRV201
Nível: 200
Título: Plataforma Windows Server para pequenas e médias empresas.
Descritivo: Nesta seção você irá conhecer as novidades da solução de pequenas e medias empresas da Microsoft. O Windows Small Business Server 2011 e o Windows Foudation 2008 R2. Entenda o que mudou das versões anteriores e como o SBS pode levar a pequena empresa para as Nuvens com o Office 365![]()
O TechED ocorre nos dias 29 e 30 de Setembro de 2011.
Ainda dá tempo de comprar seu ingresso com desconto!
Aproveite!!! Não perca! Vejo vocês lá!
Grande Abraço!
Quais os passos necessários para a transição do BPOS para o Office 365?
Olá pessoal,
Compartilhando um post que acabei de ler no blog do Carlos Monteiro
Office 365 – a evolução de um serviço existente, o BPOS
Como muitos sabem, BPOS é a oferta corrente da Microsoft sobre “Software as a Service” ou “Software como Serviço”. O Office 365 é um “parente” do BPOS. Podemos dizer que é um “rebrand”. A grande diferença está em ele ser uma nova oferta, como novos recursos, novas formas de oferta e significativas mudanças de arquitetura. Essa mudança na arquitetura é muito clara quando abordamos quais versões os serviços do Office 365 são hospedados, visto que o Exchange é o 2010, o SharePoint é o 2010 e a mensageria é pelo Lync 2010.
E essa arquitetura é totalmente “multitenant”. Isso quer dizer que existirá uma partição virtual, com dados e configurações, para as instâncias do Office 365. Essa é uma grande evolução perante o BPOS, pois, por exemplo, certos serviços possuem problemas de performance, como protocolo IMAP, pela arquitetura anterior não ser “multitenant”.
Ou seja, o serviço que será oferecido para os clientes é o mesmo, porém com essas melhorias e evoluções. Essa é a característica do SaaS, onde quando uma nova tecnologia é disponibilizada para o cliente, o mesmo começa a tomar proveito da mesma sem ter que realizar migrações de dados e migrações de aplicações, na parte de servidores.
Papéis e responsabilidades na transição
Durante o processo de transição para o Office 365, algumas tarefas serão de responsabilidade da Microsoft e outras do Cliente, preferencialmente sendo executada junto com o parceiro de suporte indicado na venda do BPOS. De uma forma sucinta, podemos resumi-las da seguinte forma:
Microsoft
- Deixar os clientes informados;
- Propor a agenda de mudanças;
- Prover informação e direcionar os passos da transição;
- Realizar todas as mudanças nos datacenters;
- Providenciar um fluxo de e-mail ininterrupto;
- Migrar todos os dados.
Cliente/Parceiro:
- Responder à proposta de agenda de mudanças;
- Comunicar e treinar o usuário final;
- Atualizar / instalar os softwares nas estações de trabalho, se aplicável;
- Opcional: realizar o deploy do papel ADFS e instalar o Exchange Server 2010 com a função CAS.
Essa função do ADFS e do Exchange Server 2010 CAS é obrigatória caso o ambiente tenha uma Rica Coexistência com o Exchange Online, ou deseje a Federação de Identidade. Vale lembrar, que já abordamos a Rica Coexistência em um artigo, no ano passado, dividido em parte 1, parte 2 e parte 3.
De uma forma resumida, a Microsoft será responsável pelas mudanças na nuvem, e o cliente será responsável pelas mudanças em seu site físico.
Timeline e disponibilidade
O processo de deploy do Office 365 será baseado no seguinte timeline:
1 – Beta: quarto semestre de 2010;
2 – Disponibilidade geral (GA – General Availability) – em 2011;
3 – Pilotos, logo após o GA;
4 – *Transição disponível ;
5 – *Finalização da transição.
*OBS – o cliente terá um período de 12 meses para que a transição seja realizada.
Após esse processo, cliente estará migrado de BPOS para Office 365.
Principais áreas de mudanças
Muitas áreas terão mudanças com o Office 365. Como um resumo global dessas mudanças, podemos citar:
- novos recursos;
- novas formas de venda / ofertas;
- descontinuidade do SharePoint Online Deskless Worker;
- substituição do Live Meeting pelo Lync;
- troca do OCS cliente para o Lync client;
- mudanças nos pré-requisitos de sistema;
- novas funções / experiências com o portal;
- novas URLs para os portais e para o OWA;
- Services Connector substituindo o Client Sign-in;
- Federação de Identidade (opcional);
- Rica Coexistência com o Exchange 2010 (também opcional).
Alteração nos requerimentos de sistema
Alguns requisitos de sistema foram alterados com o Office 365. A lista com as principais mudanças são:
- Outlook 2003 não será mais suportado;
- Internet Explorer 6 não será mais suportado;
- Office Communicator R2 2007 não será mais suportado;
- BPOS Client Sign-In não será mais utilizado;
- Adoção do Online Service Connector.
Além disso, os novos requerimentos de sistema são:
Sistema Operacional:
- Windows® 7;
- Windows Vista® SP2;
- Windows® XP SP3 with RPC over HTTP patch;
- Windows XP Home Edition é suportado, nas sem federação;
- Windows XP Media Center Edition é suportado, mas sem federação;
- Mac OS X 10.4 (Tiger), 10.5 (Leopard), 10.6 (Snow Leopard).
Sistema:
- Microsoft .NET Framework 2.0;
- Java client 1.4.2 (para Machintosh OS X).
Clientes Office:
- Microsoft Office 2010 or Office 2007 SP2;
- Office 2008 for Mac and Entourage 2008 Web Services Edition;
- .NET 2.0 or later;
- Microsoft Communicator “14”;
- Mac Messenger 9.
Browser – Microsoft Online Portal
- Microsoft Internet Explorer® 8;
(Windows XP)
- Internet Explorer 7 or later;
(Windows Vista and Windows 7)
- Mozilla Firefox 3.x;
- Apple Safari 3.x.
Browser – OWA
- Internet Explorer 7 or later;
- Firefox 3 or higher;
- Safari 3 or higher on Macintosh OS X 10.5;
- Chrome 3 and later versions.
Browser – OWA Light
- Internet Explorer 5.5 or later;
- Firefox 2 or higher;
- Safari 3 or higher ;
- Opera.
Client Applications
- Microsoft Online Services Connector.
É realmente necessário migrar os meus clientes para o Office 2010, após a transição para Office 365?
Um dos pontos frequentes de questionamento é sobre qual a versão correta de cliente que devo utilizar com o Office 365. A resposta é Office 2010. Com ele, muitos recursos adicionais estarão disponíveis. Isso se deve ao fato do Office 365 ser baseado em servidores da família 2010. A lista abaixo (em Inglês) trás essas informações:
Comunicações Unificadas:
- Share an Office application with others in one click;
- See presence and contact others from within your shared document with IM or voice;
- See voice mail transcripts and faxes right in your inbox.
Business Intelligence:
- Consolidate & quickly analyze and vast amounts of data. Share & Refresh powerful BI models in SharePoint.
Colaboração:
- Edit the same document at the same time;
- Use & update SharePoint documents and lists when you’re not connected;
- Quickly broadcast a slideshow right from within PowerPoint
- Avoid sending sensitive mail to the wrong people with help from Mail Tips and keep security a priority with Retention Policy and Automated Policy Application.
Enterprise Content Management:
- Enhance content management with smart templates that populate document metadata;
- Easily access rich client/server capabilities with the Backstage view in Office 2010.
Identidade
Uma das grandes mudanças do Office 365 é com relação à identidade. Atualmente no BPOS o suporte à identidade é feito com credenciais do ambiente online separadas do ambiente on-premises. Com isso, é necessário que seja feito um login para cada sessão que será aberta. Mas muitos perguntam: mas não temos o DirSync com o BPOS? Temos, mas não há federação. O que há é somente uma replicação de objetos do ambiente on-premises para a nuvem.
Já no Office 365, é possível termos um ambiente com federação, ou seja, podemos realizar login na nuvem com as credenciais corporativas, suportando autenticação “2 factor”. Para isso, é necessário realizar o deploy do ADFS 2.0 no ambiente on-premises.
Vale lembrar que essa configuração com federação é opcional, o que significa que o cliente não é obrigado a adotar a autenticação via federação.
Overview do processo de transição com suas respectivas comunicações
Eis um overview da transição e suas respectivas comunicações:
- Iniciar as comunicações de transição (“Plano Inicial”): Outubro de 2010;
- Planejar e preparar: em andamento;
- Agendamento da transição: 2011;
- Contagem final, lembretes e orientação: por agendamento;
- Transição: por agendamento;
- Tarefas pós-transição: por agendamento.
Durante o esse processo, o agendamento da solução será um processo que conterá múltiplas fases. Em um primeiro momento, a Microsoft obterá o feedback dos clientes através dos times de contas e do suporte. Na sequencia, será proposto o agendamento da transição através de e-mail, no produto e pelo time da conta. O cliente poderá ou não aceitar a data da transição, podendo ser renegociada, via suporte, time de conta ou MOAC. Após a aceitação da data da transição, ela ocorrerá em um final de semana (48 horas).
Avaliação do Office 365 para clientes existentes
Para os clientes que possuem o BPOS não haverá conversão de clientes durante o Beta. Da mesma forma, eles não poderão converter para Office 365, mesmo que seja para o Beta. No plano piloto, alguns clientes (um pequeno grupo, para ser honesto) serão usados para converter para Office 365. Obviamente, os dados serão preservados nessa transição.
Preços, licenciamento e ofertas
A forma de venda do Office 365 será bem diferente com relação ao BPOS. Mas a diferença não está no processo em si (compra pelo site, pagamento por cartão ou boleto, etc), mas na quantidade de possibilidades de compra. Todas as assinaturas ativas serão migradas para o respectivo plano no Office 365, não alterando os termos de licenciamento, contratos, status da conta, etc. Além disso, cada SKU BPOS irá mapear para uma somente uma SKU do Office 365.
Após a transição, os clientes poderão trocar a sua respectiva assinatura. Vale lembrar que o SharePoint Online Deskless Worker será descontinuado.
Planos do Office 365
Os planos para o Office 365, com relação aos recursos, serão divididos da seguinte forma:
Figura 1: Planos para o Office 365.
Não entrarei nos valores da solução, pois isso poderá variar e muito, dependendo de cada caso. A única coisa que posso afirmar é que o mesmo valor que o cliente paga pelo BPOS será o valor pago pelo Office 365, com os respectivos serviços equivalentes.
Notem que os planos são divididos em duas famílias: Kioski e Enterprise. Cada suíte com um número superior possui obviamente mais recursos disponíveis que o plano anterior. O recurso de voz, da suíte E4 depende de questões legais para estar disponível no Brasil. Uma novidade relativamente grande, compara com o BPOS, é a possibilidade de uso do Office Professional Plus, no ambiente on-premises (não somente o Office Web Apps). A suíte E3 oferece essa possibilidade.
Transição do Live Meeting para o Lync
Com o Office 365, o Lync Online torna-se a solução de conferência. Após a transição, o Lync Online irá substituir o Live Meeting. Com isso, os clientes poderão usar o Live Meeting somente durante o período de transição. Os clientes deverão remover o add-in do Live Meeting para o Outlook e instalar o add-in para o Lync. Eventos criados no Live Meeting irão persistir, mas as novas reuniões deverão ser criadas no Lync.
Fases da transição
As seguintes fases para a transição serão realizadas:
Planejamento, preparação e plano piloto: estudar, agendar, realizar o deploy dos softwares para os usuários finais, preparar os usuários finais e criar o plano piloto.
Transição: 48 horas para ser executada, com fluxo de e-mail ininterrupto, portal do cliente e de administração temporariamente bloqueados. O SharePoint ficará bloqueado por parte da semana.
Configuração: configurar os computadores e dispositivos para os usuários finais, reconfigurar as aplicações que usam o Exchange Online e configurar os novos recursos e capacidades.
Como será a experiência da transição para administradores, parceiros e usuários finais
Respectivamente para administradores, parceiros e usuários a transição terá os seus efeitos. E esses efeitos poderão ocorrer antes, durante e depois da transição.
Para os administradores, antes da migração, eles receberão as notificações sobre a transição, a data proposta para a migração (podendo ser aceita ou não). Durante a migração o administration center irá somente exibir informações, onde qualquer alteração estará bloqueada. Links serão enviados para que o administrador fique familiarizado com o novo ambiente e com as tarefas pós-transição. Após a transição, os administradores serão redirecionados para o novo portal de administração, além de ter que revisar as informações pós-migração.
Para os parceiros, antes da migração, deverá aprender sobre os recursos do Office 365, bem como será a transição. Estará em cópia das comunicações que serão enviadas para o cliente. Além disso será responsável em assistir o plano do cliente, bem como as áreas de impacto. Após a migração, o parceiro deverá dar suporte para o cliente, conforme necessário, ajudar os clientes a realizar o deploy e configuração do ADFS e da Federação de Identidade. Além disso, deverá realizar ou auxiliar o deploy da Rica Coexistência do Exchange.
Para os usuários finais, antes da migração, deverá ser revisto as informações enviadas pelos administradores, bem como as instruções sobre qualquer instalação de software cliente: Office, Communicator, Live Meeting, Internet Explorer e Service Connector. Durante a transição, os sites do SharePoint serão bloqueados (será liberado somente como leitura), o Outlook e o fluxo de e-mails ficarão funcionamento normalmente, a URL antiga do Outlook irá parar de funcionar e o Active Sync não estará apto a conectar no Exchange Online com as configurações prévias.
Após a transição, os usuários receberão com uma nova página de Sign-in. O cliente de Sign-in deverá ser removido. Os usuários e passwords serão os mesmos. O Outlook e o SharePoint irão funcionar imediatamente, porém o Outlook será reconfigurado automaticamente, mas sem resincronizar o OST e o profile antigo será preservado. As URLs do SharePoint irão ser redirecionadas para as novas. As novas URLs do OWA deverão ser providas pelos administradores. Dispositivos móveis também deverão ser reconfigurados.
Novo deployment vs. transição
A tabela abaixo demonstrada as etapas comparando um novo deployment vs. uma transição:
Figura 2: Novo deployment vs. transição. A área verde demonstra as etapas de transição.
Cenários de transição de BPOS para Office 365
Os seguintes cenários podem ser aplicados para a transição:
A. Trial existente
São os clientes que possuem um trial do BPOS. Esse ambiente se aplica para os clientes que criam o trial antes de 30 dias da disponibilização global do Office 365, ou tiveram o seu trial estendido.
Para esse cenário, as contas trial não serão migradas. Soluções: compre o BPOS e realize a transição ou aguarda pelo trial do 365, realizando novamente o trial. Os domínios deverão ser removidos do trial antigo do BPOS.
B. Produto comprado, mas fora de produção
São os clientes que compraram o BPOS, mas não colocaram em produção. Esse cenário também é aplicável para os clientes que compraram o BPOS não realizaram somente uma prova de conceito.
Para esse cenário, existem 3 soluções:
1 – pode ser feita a implantação do BPOS e, posteriormente, realizar a transição, conforme descrita nesse artigo;
2 – não realizar a implantação do BPOS. Realizar o beta no estilo “sandbox” do Office 365 (antes da disponibilização geral), atualizar somente a assinatura de BPOS para Office 365 e, finalmente, realizar a implantação do Office 365;
3 – não realizar a implantação do BPOS. Realizar um beta para o ambiente de produção, ou seja, que terá transição. No ato da liberação geral do Office 365, converter o trial para uma assinatura normal (pode ser necessário um novo contrato), e finalmente, realizar a implantação do Office 365.
C. Produto comprado e em produção
São os clientes que compraram o BPOS e que o mesmo está em produção, completamente ou parcialmente. Para esse cenário, basta realizar a transição para Office 365, conforme relatado nesse artigo.
Suporte e recursos adicionais
MOS Technical Support:
- Engenheiros especialmente treinados para a transição;
- Transition Hotline (TBD)
- Atendentes de primeiro nível treinados.
Parceiros:
- Recebe toda a comunicação do cliente em cópia;
- Comunicação e treinamento;
- Conselheiro confiável.
Centro de Transição:
- FAQ;
- Checklist;
- Transition Guide (TBR);
- Forums;
- http://www.microsoft.com/online/transition-center.aspx.
Ferramentas:
- Microsoft Assessment and Planning Toolkit;
- http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb977556.aspx;
- http://www.microsoft.com/online;
- http://office365.microsoft.com.
Fonte: http://carlosem.wordpress.com
Grande Abraço!
Transition Pack
O Windows Small Business 2003 R2 é uma solução avançada para empresas com até 75 usuários. Porém, o que fazer quando os negócios começam a crescer e as necessidades de mudanças na estrutura de TI tornam-se evidentes?
Suponhamos que o número de usuários passou de 75 e se faz necessário desmembrar os componentes do SBS 2003 para Windows Server 2003 Standard e Microsoft Exchange Server 2003. Além disso a empresa abriu uma filial que deverá estar interligada com a Matriz usando os novos recursos de escritórios remotos que estão incorporados no Windows Server 2003 R2. Para atender essa demanda e preservar os seus inventismentos feitos na aquisição do SBS, a Microsoft disponibilizou um produto chamado Transition Pack que nada mais é que um Kit de transição para essa nova estrutura com múltiplos servidores.
Características do Produto:
SBS 2003 R2 Transition Pack Licence:
Permite o upgrade do SBS 2003 R2 para versões Stand-Alone dos componentes do produtos. As CALs (Client Access Licenses) são atualizadas para incluir servidores adicionais.
SBS 2003 R2 Transition Pack Standard:
Permite upgrade de licenças para Servidores Stand-Alone dos seguintes Produtos:
-
Windows Server 2003 R2 Standard Edition
-
Exchange Server 2003 Standard Edition
SBS 2003 R2 Transition Pack Premium Edition:
Permite upgrade de licenças para Servidores Stand-Alone dos seguintes Produtos:
-
Windows Server 2003 R2 Standard Edition
-
Exchange Server 2003 Standard Edition
- SQL 2005 Workgroup Edition
- ISA Server 2004 Workgroup Edition
Ao comprar o Transition Pack, será enviado um CD contendo Windows Server 2003 R2 Standard Edition, a chave do produto e um Wizard para remover as configurações de Design do SBS. Além disso será enviado a mídia de cada componente do SBS desmembrado. Para adquirir o produto somente através de uma revenda Microsoft e convém mencionar que caso precise de licenças adicionais elas estão disponíveis em pacotes de 5 ou 20.
Para maiores informações consulte:
http://www.microsoft.com/WindowsServer2003/sbs/techinfo/planning/transition.mspx
Fonte: Daniel C. Santos
PassCode Para o Azure
Pessoal
Ainda existem alguns passcodes para uma oferta temporária chamada Azure Pass.
Nele a inscrição é simples e você não precisa de Cartão de Crédito. Basta entrar no site http://windowsazurepass.com, indicar o Brazil com país e entrar com o passcode BRARQ01.
Os primeiros a se subscreverem irão receber um email em no máximo 3 dias comunicando a ativação da conta. A partir desta data serão 30 dias de uso gratuíto do Azure com até 3 máquinas 2 bancos de dados e outros.
Peço que se inscrevam apenas aqueles que querem testar de fato o Azure!
Haverá também uma fila de espera para quem não conseguir chegar à tempo. Usaremos esta fila caso cheguem mais passcodes – portanto, quem quiser testar seriamente o Azure, aproveite a oportunidade.
Outra dica é se inscrever na comunidade http://azureservicesbr.ning.com.
Lá você pode encontrar mais apoio.
Abraços!
Windows Thin PC (WinTPC) em RC
Pessoal,
Para quem quizer testar o Windows Thin PC entre no Connect http://connect.microsoft.com e faça o seu cadastro.
O Thin PC é uma versão do Windows 7 que permite que os clientes possam reutilizar antigos PCs sem que seja necessário uma licença VDA para acessar desktops VDI. O ThinPC substitui o WinFLP!
Estão disponiveis para TESTES e por favor deem o Feed back.
Novidades da versão RC:
-
Rica experiencia VDI eatravés do suporte a RemoteFX.
-
Maior segurança no end point negando algumas gravações de discos via filtros.
-
Suporte a gestão corporativa através do System Center.
Grande Abraço!
Treinamento em Virtualização Microsoft for Free!!!

Pessoal,
Buscando como sempre treinamentos em cloud, private cloud, gerenciamento e virtualização, achei este site da Microsoft inteiramente voltado a Cloud.
O MVA (Microsoft Virtual Academy) é uma iniciativa da Microsoft para a preparação do profissional que quer atuar em Virtualização e Cloud Computing.
Os treinamentos vão desde private cloud com Azure até base de dados com o SQL Azure, e tem um rank Brasil e Outro Mundial
Vejam o Rank:
Info:
O QUE É?
- Treinamentos virtuais baseados em Nuvem (Cloud)
ONDE?
- Microsoft Virtual Academy
CURSOS:
- Planning, Building and Managing a Private Cloud
- Introduction To Windows Azure
- Introduction To SQL Azure
- Windows Azure Security Overview
Grande Abraço!
Brasil pode receber data center da Microsoft
A companhia calcula que terá de oito a dez unidades ao redor do mundo; o recém-inaugurado em Chicago consumiu recursos na ordem de US$ 80 milhões
O Brasil pode ser um dos locais escolhidos pela Microsoft para a construção de um data center para prover os serviços de computação em nuvem da companhia. Em visita ao País, o vice-presidente corporativo e presidente para mercados emergentes, além de conselheiro-chefe do chefe de operações, Orlando Ayala, falou sobre a relevância do Brasil no cenário econômico global e disse que a Microsoft avalia colocar por aqui um dos entre oito e dez data centers que a empresa terá ao redor do mundo.
Sem revelar expectativas de investimentos, o VP comentou que o recém-inaugurado data center em Chicago (Estados Unidos) consumiu recursos na ordem de US$ 80 milhões. "Mas não quero criar expectativa de que seria isto no Brasil", ressaltou.
O objetivo do data center seria prover aqui os serviços de computação em nuvem para empresas brasileiras – e possivelmente as de Cone Sul também – de pequeno e médio portes. Atualmente, os mil clientes PME (que resultam em 100 mil usuários) são atendidos desde os EUA. "O Brasil tem capacidade de exportar serviços de nuvem."
A decisão sai em três meses e não há outro país da América Latina na disputa.
Fonte: Roberta Prescott
Perguntas que você tem de saber responder na hora de vender em nuvem…
O cloud computing pode oferecer às pequenas e médias empresas benefícios potencialmente maravilhosos – em economia de custos, eficiência de tempo e simplificação dos processos.
Entretanto, as revendas devem distinguir o que é modismo e o que são os benefícios reais da computação em nuvem e oferecerem uma base consistente para qualquer solução.
O que segue são as oito preocupações mais comuns dos clientes, com as quais você vai ter de lidar, quando for vender uma solução em nuvem.
1. Vou economizar dinheiro migrando para a nuvem?
Os clientes SMB, sem dúvida, conhecem o desafio de, ao mesmo tempo diminuir os custos e aumentar suas vendas. “Os SMBs não vão comprar suas ofertas de TI baseadas em nuvem, a menos que você demonstre claramente economias de custos imediatas e a longo prazo”, disse Jacob Kazakevich, presidente da OS33, um provedor de plataforma de TI como serviço baseada em nuvem para os MSPs: “ao mesmo tempo em que se gera uma expectativa de economia de custos quando há uma migração para a nuvem, o desafio real é demonstrar economias específicas ao cliente. Levar uma cotação detalhada, que claramente demonstre as economias de custo e ganhos em hardware, gerenciamento e operações, redirecionando recursos de TI para a nuvem é fundamental.”
2. Uma solução em nuvem é a resposta para o meu problema?
Identificar o problema do cliente, primeiramente, e depois vender a solução. “Uma coisa que a nuvem faz é nivelar o campo de atuação. Isto permite a eles acessarem a tecnologia e serviços que normalmente não conseguiriam por si próprios,” disse Margaret Dawson, vice-presidente de gerenciamento de produtos da revenda Hubspan. Isto significa que, tanto os grandes, quanto os pequenos clientes podem ser beneficiados se migrarem para a nuvem. Mas, por conta de toda a onda das soluções de cloud, os clientes, às vezes, tentam resolver seus problemas de forma contrária: buscam adequar a nuvem dentro da solução, em vez de ver se a melhor solução é a nuvem. “Você precisa analisar a nuvem como se fosse qualquer outra tecnologia”, disse a executiva. “Então, o que eu costumo dizer às pessoas é: não comprem a nuvem, comprem a solução. Se esta solução for a nuvem, ótimo. Mas não comece por aí, comece pelo problema.”
3. Qual é o tamanho da solução de cloud computing?
Os clientes talvez tenham uma ideia preconcebida sobre que tamanho de solução deve ser hospedada na nuvem. Algumas pessoas talvez não compreendam que estes tipos de solução nem sempre são implantadas em larga escala – a nuvem não é apenas para negócios gigantescos. Determine o tamanho e o escopo do que é necessário ser realizado e visualize a solução passo a passo. “Qual é a escala?”, questiona Irfan Saif, diretor da Deloitte LLP. “Digamos que seu cliente seja uma pequena empresa com uma capacidade de TI pequena. Você quer crescer em escala… seria suficiente você fazer o cliente migrar para a nuvem e dar acesso às pessoas para os aplicativos de classe mundial de uma maneira que se possa gerenciar. É bem atrativo para o SMB, porque podem ter uma segurança robusta e um controle maior com um preço mais acessível.”
Além disto, determine o que o cliente já possui e que pode ser potencialmente alocado de forma mais inteligente. Por exemplo, disse Saif, “o seu cliente já investiu em data centers? Como você pode ajudá-lo a incrementar o que já possui?” Como a nuvem é intangível e parece muito difícil de explicar, o seu papel é fazer com que se torne mais compreensível..
4. Explique como a solução vai funcionar.
Você deve ser capaz de explicar a arquitetura em nuvem. Espere que seus clientes tratem a computação em nuvem como tratariam qualquer outra tecnologia. Devem procurar por debaixo dos panos e ter a confiança de como é o set up da nuvem. Você deve ser capaz de explicar a eles de uma forma que eles entendam e que se sintam confortáveis com esta solução. Por trás de toda solução em nuvem existe ainda um data center, um lugar que já é conhecido e mais real para eles.
“Muitas das preocupações dos clientes se resumem em ter menos controle sobre seus dados. Atualmente, podem ter um controle total,” disse Saif. “Se você terceiriza para um provedor, você ainda pode tocar e sentir os dados, saber de todos os detalhes, em outras palavras. Quando você coloca em nuvem, parte desta preocupação é que você não sabe necessariamente onde os dados fisicamente estão. A forma abstrata que a nuvem oferece é também uma preocupação. Você não tem controle direto sobre isto.”
5. Então, o que acontece com o data center?
Apesar da natureza etérea da computação em nuvem, no final, é o feijão com arroz – e software. Os clientes querem saber como o data center é protegido. Quem tem acesso? Qual é a função de cada um? “Tanto faz se você é uma empresa que está na relação da Fortune 500 ou um SMB, existem regras no data center,” disse Dawson. “Você segue os mais altos padrões de segurança da indústria referentes às regras de segurança e controles de acesso?” Você deve responder a estas questões sobre a segurança física do data center, a segurança da camada da aplicação e qual é o sistema à prova de falhas no caso de uma queda de energia
ou de uma intrusão. Se você tiver uma parceria com um provedor de cloud computing, você é responsável por honrar os serviços em nome do seu provedor.
6. A sua nuvem já foi auditada?
Quais são as garantias que você pode fornecer aos seus clientes de que você não está partilhando de práticas de segurança mal intencionadas? Ser capaz de demonstrar bons resultados de uma auditoria pode ajudar os clientes a entrarem a bordo. Indústrias diferentes possuem exigências igualmente diferentes; os clientes com preocupações em segurança com o cartão de crédito podem exigir padrões PCI, por exemplo.
7. Qual é o seu SLA?
Um acordo de nível de serviço (SLA, em inglês) pode melhorar ou acabar de vez com o seu negócio. Alguns provedores de cloud não oferecem SLAs, indicando que sua tecnologia é tão confiável que os SLAs são “desnecessários”. “Se este é o caso, então se comprometer com esta formalidade escrita não deve ser um problema. Os clientes do VAR Savvy estão começando a entender que podem incluir estas áreas de conformidade, responsabilidade e confiabilidade dentro dos SLAs. Saia na frente dos concorrentes, oferecendo apenas aqueles produtos e soluções em que você confia e faça os SLAs com eles.
8. Como a nuvem vai impactar minha governança corporativa?
Oferecer uma abordagem consultiva auxilia o cliente a se sentir mais seguro de que uma solução em nuvem não vai alterar sua empresa de uma maneira contraditória. “Desenvolver fluxos de trabalho para assegurar que a atual governança será estendida à nuvem,” disse Joel Friedman, CSO da Datapipe, uma revenda de gerenciamento. “Uma plataforma complacente não é a mesma coisa que uma solução complacente. Há muita preocupação de que nem todos os pontos de contato estejam seguros. A plataforma principal que está sendo recomendada como complacente não leva até o aplicativo stack para assegurar que a solução é, de fato, complacente.”
Friedman sugere oferecer uma abordagem consultiva para desenvolver fluxos de trabalho parecidos com aqueles que a empresa já possui e que se estendem à nuvem. Do lado da plataforma, documentar exatamente o que a plataforma faz e educar o cliente. Detalhe quais aspectos são complacentes e quais serviços ficarão no topo da nuvem (um sistema operacional, por exemplo).
Fonte: Jennifer Bosavage | CRN EUA
